Os Impactos das Gerações na Educação

26 de fevereiro de 2017

GERAÇÃO 04: Z

O mundo estava conectado, para eles nunca vivemos sem internet, desde pequenos entendem o que é uma mídia social e utilizaram o telefone apenas para falar com a família. Este público acredita que tudo precisa de mobilidade é o acesso em qualquer lugar, não ter sinal de wi-fi é não ter o básico.

O processo e comunicação chegou no seu limite e ficou totalmente online. Não existe mais outro sinal. Ligação ou SMS são relíquias de um tempo distante frequência. As pessoas precisam de uma rede para falar umas com as outras, e isto não é luxo, simplesmente são o processo.

Esta geração chega no mercado de trabalho quebrando os processos existentes, para eles tudo é automático, preenche sozinho e traz facilidades para minha vida. Escrever ou copiar algo não é o mais automático, apenas compartilhar informações e tirar foto de algo. Se já estava difícil manter a atenção da geração anterior, como você faz alguém que recebe mais de 100 mensagens em um grupo de Whatsapp manter o foco por quarenta minutos sem interagir?

Tecnologia não pode ser mais algo proibido, pois fora da escola é praticamente uma extensão do corpo, e o mercado cada vez mais cria produtos com esta características. Exemplos básicos: rede de operadoras de celular oferecem planos com foco na internet e não na ligação, existem diversos aplicativos que nos indicam caminhos e nos fazem parar de decorar endereços, o dinheiro se tornou digital e não algo que carrego comigo, vide aplicativo de banco ou bilhete único (quem lembra daqueles passes em papel que você comprava um monte no inácio o maes?).

A privacidade mudou, se expor ou compartilhar é algo do dia a dia destes alunos, portanto ao invés de brigar contra o Facebook, porque não compartilhamos conteúdo, não digitalizamos nossos trabalhos e ganhamos likes ao invés de notas.

Impedir o aluno de usar a tecnologia só vai afastá-lo da educação, o princí­pio deve ser o de implantar, mas não construindo mais laboratórios, e sim pensando em mobilidade, conexão, aplicativos e interatividade. São uma mudança de paradigma grande, onde o mercado educacional sofre para se adaptar, mas chegamos em um ponto sem volta, pois a próxima geração já começou a nascer e o que podemos esperar deles é uma incógnita ainda, porém fica claro que não irão aceitar cadeiras enfileiradas e textos em lousas.

A grande pergunta das gerações é: não conseguimos inovar mais o processo atual, porque é necessário mantê-lo neste formato que funciona há décadas? Ou precisamos mudar a mentalidade para desenvolver novos formatos que utilizem de criatividade, entreguem conhecimento e conversem a linguagem do aluno. Qual a sua escolha?

Veja a dica 3

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